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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Jair Glass | Sem título

Jair Glass, Sem título, 2010, Téc. mista s/ papel, 18,5 x 16 cm


sexta-feira, 13 de julho de 2012

Jair Glass | Sem título

Jair Glass, Sem título, 2009-2010-2011, técnica mista, 14 x 20,5 cm


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Jair Glass | Sem título

Jair Glass, Sem título, 2010-2011, técnica mista s/ papel, 25,5 x 19,5 cm


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Jair Glass | Sem título

Jair Glass, Sem título, 1997-2009-2010-2011, Téc. mista s/ papel, 27 x 20,5 cm


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Jair Glass | Sem título

Jair Glass, Sem título, ténica mista


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Jair Glass | Sem título

Jair Glass, Sem título, 2011, Técnica mista s/ papel, 32 x 39 cm

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Jair Glass | Sem título

Jair Glass, Sem título, 2011, téc. mista, 30 x 36 cm


terça-feira, 8 de maio de 2012

Jair Glass | Sem título


Jair Glass, Sem título, 1997-2010, técnica mista s/ papel, 21 x 32 cm

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Jair Glass | "L'Erotisme"

Jair Glass, L'Erotisme, 2010, téc. mista sobre papel, 28,5 x37 cm

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Jair Glass | Sem Título

Jair Glass, Sem título, 2009, técnica mista s/ papel, 22,5 x 15,5 cm

sexta-feira, 23 de março de 2012

Jair Glass | Sem Título

Jair Glass, Sem título, 1997, técnica mista s/ papel, 16 x 12,5 cm

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Jair Glass | Sem Título


Jair Glass, Sem Título, 2009-2011, técnica mista s/ papel, 27 x 21,5 cm

Jair Glass | Perfil

Nascido em São Paulo, em 1948, participante de bienais e de exposições pelo país afora, reside em Iguape.Possui formação em Licenciatura em Desenho e Plástica na Faculdade de Belas Artes de São Paulo.
Sobre Jair Glass escreveu Carlos Rocha em seu livro “D´Arte Amante” (1987): “A simplicidade e ternura pessoal de homem da periferia de São Paulo (Guaianazes) contrasta com a tormenta interior que explode em seus desenhos de pequeno formato onde cabem de forma exata seres monstruosos, distorcidos, fantasmagóricos, num cenário de rituais mágicos: símbolos de revolta interior! (...) Seus desenhos revelam a fraqueza, a fobia, a tara, o misticismo, a sensualidade, a ambição, as ilusões: grande mistério da eterna inquietação do ser humano. Sua arte é séria: não provoca risos! Conduz o expectador a um posicionamento (não importa qual) ao defrontar-se com imagens que habitam o seu próprio “id”. E o menino de arrabalde sorri placidamente, satisfeito com o resultado de sua obra: perplexidade!”.